Operação investiga armazenamento de imagens íntimas de crianças e adolescentes em SE

A ação policial resultou na apreensão de aparelhos eletrônicos que serão periciados para a constatação do crime.


Última atualização em 19/10/2023 por Fernanda Santiago

Por SE79

Uma operação da Polícia Civil foi deflagrada nessa quarta-feira, 18, em Aracaju e Barra dos Coqueiros, para investigar abuso e exploração sexual infantojuvenil em Sergipe. Segundo a SSP, objetivo foi averiguar o armazenamento de imagens íntimas de crianças e adolescentes e a exploração sexual em sites da internet.

“A investigação tem seis meses. Os casos chegaram por denúncia anônima que informavam que em sites de encontro e de pornografia havia o compartilhamento de imagens de crianças e de adolescentes”, informou a delegada Josefa Valéria.

A ação policial resultou na apreensão de aparelhos eletrônicos que serão periciados para a constatação do crime.

Dentre os aparelhos apreendidos estão celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos.

Todo material apreendido passará por perícia que será feita por peritos criminais do Instituto de Criminalística (IC), vinculado à Polícia Científica.

A delegada Josefa Valéria acrescentou que a investigação também tem como objetivo identificar as vítimas.

“Vamos buscar identificar se é uma rede de exploração infantil ou se são casos isolados”, complementou.

As investigações terão prosseguimento a fim de identificar outras eventuais pessoas envolvidas com o crime.

A Polícia Civil também solicita que denúncias e informações sobre a prática de abuso e exploração sexual infantojuvenil sejam repassadas à polícia por meio do Disque-Denúncia (181). O sigilo é garantido.

Operação

A operação foi deflagrada por equipes da Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (Deacav), vinculada ao Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV), para o cumprimento de mandados de busca e apreensão. A ação policial contou com o apoio da Divisão de Inteligência (Dipol), do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) e da Polícia Científica.

Compartilhar Notícia

Share this post