Polícia encontra pólvora em bomba caseira que matou menina de 10 anos em Aracaju

Alana Raissa, de 10 anos, brincava na rua quando foi atingida no rosto por uma bomba caseira, no bairro Japãozinho, no dia 10 de fevereiro desse ano.


Última atualização em 21/03/2024 por Ítalo Duarte

Por SE79

Nas amostras coletadas pelos peritos do Instituto de Criminalística foi identificada a presença de pólvora em bomba caseira que vitimou fatalmente Alana Raissa, de 10 anos, no bairro Japãozinho, em Aracaju, no último dia 10 de fevereiro.

De acordo com o perito Nailson Correia, do Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF), na amostra enviada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHHP), vestígios de pólvora foram encontrados no artefato que atingiu a criança.

Nos últimos meses, o IAPF recebeu três amostras de bombas para serem analisadas. Duas destas amostras, ainda do ano passado, indicaram a presença de pólvora e coquetel molotov e tem alto poder de destruição, segundo o perito.

Agora a perícia trabalha para identificar relação material entre estas duas amostras e a bomba que causou a morte de Alana Raissa.

“Foi verificado que era um material diferenciado, devido ao seu alto poder destrutivo e de seu alto grau de letalidade às pessoas humanas e ao dano material”, reforçou Nailson.

Relembre o caso

Alana Raissa, de 10 anos, brincava na rua quando foi atingida no rosto por uma bomba caseira, no bairro Japãozinho. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas a menina não resistiu aos ferimentos.

O adolescente tido como o principal suspeito pelo crime foi localizado em uma residência familiar, no bairro Santo Antônio. Ele alegou à polícia que a bomba teria como alvo outra pessoa, mas acabou atingido a criança.

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