Três pessoas são presas durante operação contra tráfico de drogas e venda de armas e munições em Sergipe

Segundo a Polícia Civil, a operação foi realizada nas cidades de Aracaju, Itabaiana e Moita Bonita. Foram apreendidas armas de fogo, munições e documentos.


Última atualização em 24/05/2024 por Ítalo Duarte

Três pessoas foram presas e oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos durante a segunda fase da Operação Underground, de combate ao tráfico de drogas e comercialização ilegal de armas de fogo e munições realizada nesta sexta-feira (17), em Sergipe.

Segundo a Polícia Civil, a operação foi realizada nas cidades de Aracaju, Itabaiana e Moita Bonita. Foram apreendidas armas de fogo, munições e documentos.

De acordo com o delegado Alisson Lial, as investigações tiveram início em 29 de agosto de 2022, quando policiais civis prenderam um homem investigado por tráfico de drogas e homicídio. “O objetivo da investigação e da operação foi desarticular uma organização criminosa responsável pela comercialização ilegal de armas de fogo, munições e acessórios; além de tráfico de drogas”, disse.

Na investigação, a polícia identificou que o investigado – preso em agosto de 2022 – operava um esquema criminoso, chefiado por outro homem. “Comercializando, ilegalmente e em larga escala, armas de fogo, munições e acessórios. Revelou-se, ainda, outros investigados, com atuação criminosa voltada para o comércio ilegal de material bélico e tráfico de drogas interestadual”, acrescentou o delegado.

Entenda o caso

A operação foi deflagrada no dia 11 de maio e prendeu sete investigados, entre eles um policial militar, e 14 armas de fogo foram apreendidas. Um jogador de futebol, que não teve o nome divulgado também é um dos investigados.

O grupo fazia uso de armamento de grosso calibre, associado a servidores públicos, inclusive policiais e políticos, com o objetivo de praticar crimes e garantir a impunidade, com a utilização de informações privilegiadas para obter lucro e poder criminoso.

Segundo a investigação, os anúncios e comercialização dos materiais bélicos se davam, principalmente, através do aplicativo de mensagens, com negociações de preços e envio de comprovantes de depósitos das transações.

Fonte: G1 SE

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