A Secretaria de Estado da Justiça e de Defesa do Consumidor (SEJUC) se manifestou, por meio de sua porta-voz, Priscila Melo, no Jornal da 102 desta quarta-feira (10), a respeito da morte da médica Daniele Barreto, ocorrida após ela ter retornado ao Presídio Feminino em Nossa Senhora do Socorro.
Segundo o órgão, Daniele havia permanecido quatro meses no sistema prisional sem registrar intercorrências. A SEJUC destacou que apenas cumpriu a decisão do STF ao determinar sua volta à unidade, após oito dias de internação em uma clínica psiquiátrica. Ainda conforme o relato, cerca de uma hora depois de ser recolhida novamente, ela foi encontrada sem vida.
A secretaria informou que as equipes médicas do presídio e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizaram manobras de reanimação, mas a médica não resistiu. Há registros de que ela foi encontrada ao lado de um lençol, o que levanta a hipótese de suicídio.
A SEJUC declarou ainda que sempre buscou garantir a integridade física da custodiada e que aguarda a conclusão do laudo oficial que apontará a causa da morte.
Daniele Barreto era acusada de envolvimento na morte do marido e ficou internada em uma clínica psiquiátrica antes de retornar ao sistema prisional, onde morreu horas depois.




