O pré-candidato ao Senado por Sergipe, Coronel Rocha (PL), concedeu entrevista nesta quinta-feira (6) ao Jornal da 102, apresentado por Aclécio Prata, e afirmou que a saída de Emília Corrêa e Valmir de Francisquinho do Partido Liberal levou a legenda a promover uma reorganização interna para as eleições deste ano.
Segundo o pré-candidato, a migração dos dois políticos para o Republicanos fez com que o PL passasse por um período de fragmentação, o que motivou a construção de uma chapa formada por nomes da própria legenda. Rocha disse que o partido trabalha com confiança na disputa eleitoral e destacou a importância da reeleição do senador Flávio Bolsonaro para o fortalecimento do projeto político defendido pela sigla.
Durante a entrevista, Coronel Rocha relembrou que foi candidato a deputado federal em 2018, afirmou que financiou a própria campanha e contou que, nos últimos anos, dedicou-se à produção de artigos voltados ao público conservador. Ele também explicou que participou das articulações para fortalecer o PL em Sergipe ao lado do presidente estadual da legenda, Rodrigo Valadares, e da deputada estadual Moana Valadares.
O pré-candidato informou que seu nome para disputar uma vaga no Senado foi apresentado à direção nacional do partido e recebeu o apoio de lideranças como o senador Flávio Bolsonaro, além de Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro.
Coronel Rocha ainda destacou sua trajetória de 30 anos na Polícia Militar de Sergipe, com passagens por unidades como Rádio Patrulha, Choque e Comando de Operações Especiais. Entre as pautas que pretende defender durante a campanha, citou a defesa dos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023, além de bandeiras conservadoras ligadas à família, ao combate às drogas e à oposição ao aborto.


