Durante participação no Jornal da 102, apresentado por Aclécio Prata, Laísa, mãe da pequena Yara, de um ano de idade, esclareceu as informações que circularam nos últimos dias sobre a situação de saúde da filha e a suposta falta de vaga em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Laísa explicou que, ao contrário do que foi divulgado, não houve falha por parte do Estado. Segundo ela, a criança estava há mais de oito dias aguardando uma vaga de enfermaria pediátrica no Hospital Universitário de Aracaju, após solicitação feita pelo Hospital Universitário de Lagarto. A mãe ressaltou que a situação acabou sendo confundida e divulgada de forma equivocada nas redes sociais.
De acordo com o relato, Yara é cardiopata e portadora de epilepsia, e nos últimos dias apresentou agravamento do quadro clínico, com o surgimento de crises, o que aumentou a angústia da família diante da demora na liberação da vaga. Laísa afirmou que, apesar das tentativas diárias da equipe médica de Lagarto, a resposta recebida era sempre a inexistência de leito disponível na unidade de destino.
A mãe destacou ainda que recebeu esclarecimentos e apoio de representantes do Estado, reafirmando que a responsabilidade pela situação não estava na Secretaria de Estado da Saúde, mas sim na unidade hospitalar que deveria receber a criança. Segundo ela, somente após a repercussão do caso nas redes sociais houve a sinalização de abertura da vaga.
À produção do Jornal da 102, Laísa informou que a bebê Yara conseguiu a transferência para uma unidade hospitalar em Aracaju, onde seguirá recebendo o tratamento necessário.



