O secretário de Saúde de Lagarto, Marlysson Magalhães, explicou durante o Jornal da 102 como funciona a rede municipal de saúde e rebateu a associação da Prefeitura à superlotação do Hospital Universitário de Lagarto.
Segundo ele, o município tem ampliado significativamente a estrutura de atendimento, especialmente na Clínica Maroto, que deixou de funcionar apenas como ambulatório e passou a operar como unidade de urgência, contando com mais de sete médicos, sala de estabilização e grande volume diário de atendimentos.
Além disso, a rede municipal conta com equipes da saúde da família atuando na própria unidade e em outras localidades, somando centenas de atendimentos por dia. Outra unidade também foi reestruturada para funcionar como urgência 24 horas, ampliando ainda mais a capacidade de assistência à população.
O secretário destacou que, somando atendimentos de urgência, atenção básica e serviços ambulatoriais, o município chega a registrar números expressivos diariamente, superando, em alguns casos, 300 atendimentos apenas em uma unidade.
Sobre a greve no hospital universitário, o gestor ressaltou que a unidade não é administrada pelo município, sendo vinculada à Universidade Federal de Sergipe e gerida pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, o que afasta qualquer responsabilidade direta da Prefeitura sobre a situação.
Ele também pontuou que o hospital funciona em regime de porta aberta, recebendo pacientes de diversas regiões, e que é necessário que cada esfera da saúde cumpra seu papel para garantir o bom funcionamento do sistema como um todo.




